27 de jun. de 2016

linhas flexíveis


"Pero en una línea flexible no sólo podemos encontrar los mismos peligros que en una línea dura, 
aunque estén miniaturizados, disseminados o más bien molecularizados 
(...) Edipos comunitarios(...) 
las líneas flexibles también producen y tienen que afrontar sus proprios peligros.
No habíais tomado suficientes precauciones"

G. Deleuze y Claire Parnet

16 de jun. de 2016






algo caía em silêncio...minha última palavra foi EU
Alejandra Pizarnik

3 de jun. de 2016

31 de mai. de 2016

29 de mai. de 2016

4 de fev. de 2016

27 de jan. de 2016

5 de jan. de 2016


mulungu . mandú. mondrongo. mamulengo. molengo

2 de jan. de 2016

funfun dúdú





“O feiticeiro mostra a pele que desejar: 
se mostrar pele clara hoje, amanhã mostrará pele escura”, 

16 de nov. de 2015

rastros do ingovernável


A arte tornou-se pós-autônoma em um mundo que não sabe o que fazer com a insignificância ou com a discordância de relatos. Estamos longe dos tempos em que os artistas discutiam o que fazer para mudar o mundo ou ao menos representar suas transições revelando o que "o sistema" escondia. Mal conseguem agir (...) A arte trabalha agora nos rastros do ingovernável.

Néstor García Canclini - A Sociedade sem Relato

3 de nov. de 2015

Editora


Editora Movimento Contínuo vai marcar presença na Pré-Balada Literária em Salvador 
no próximo dia 7 de novembro
Será lá na Barroquinha.....os livros estarão no stand da Boto cor de Rosa

14 de out. de 2015





para mais um bebê

7 de out. de 2015


O homem solitário possui diretamente os mundos por ele sonhados. Para duvidar dos mundos do devaneio, seria preciso não sonhar, seria preciso sair do devaneio. O homem do devaneio e o mundo do seu devaneio estão muito próximos, tocam-se, compenetram-se. Estão no mesmo plano do ser; se for necessário ligar o ser do homem ao ser do mundo, o cogito do devaneio há de enunciar-se assim:

eu sonho o mundo; logo, o mundo existe tal como eu o sonho

G. Bachelard

2 de out. de 2015

subir e
descer
sonhar e
sonar