nova turma!
18 de ago. de 2015
13 de ago. de 2015
Livro gigante....viajante...
Aqui um tempo e criatividade dessas incríveis e super mulheres que integram o grupo Bordar os Sonhos em Sussuarana.
A história escrita por Heyder Moura conta de como surgiu a Arara e da valentia de um índio Tupinabá para libertar o seu povo.
Seguimos voando!
3 de ago. de 2015
25 de jul. de 2015
16 de jul. de 2015
15 de jul. de 2015
7 de jul. de 2015
Editora Movimento Contínuo
Saiu uma matéria sobre Publicação Independente na Bahia no jornal "A Tarde".
A Movimento Contínuo, que realizou a Primeira Feira de Publicação Independente da Bahia, esta lá!
Para ler na íntegra: AQUI
6 de jul. de 2015
20 de jun. de 2015
15 de jun. de 2015
gravura e bordado
A oficina "Gravura e Bordado" aconteceu.
Dias de fortalecer os vínculos que as linhas magicamente tratam de alinhavar...e anunciar novos.
Obrigada Silvana Maciel por ter criado um espaço tão acolhedor...sua casa é um útero.
Em julho anuncio aqui nova turma!!
12 de jun. de 2015
Duplo gênero
A dialética do masculino e do feminino se desenvolve num ritmo da profundeza. Vai do menos profundo, sempre do menos profundo (o masculino), ao sempre profundo, sempre mais profundo (o feminino).
E é no devaneio, "na inexaurível reserva da vida latente", como diz Henri Bosco, que vamos encontrar o feminino desdobrado em toda a sua amplitude, repousando na sua simples tranquilidade.
Depois, como é necessário renascer para o dia, o relógio do ser íntimo soa no masculino - no masculino para todo mundo, homem e mulher. Vêm então, para todos, as horas da atividade social, atividade essencialmente masculina.
E mesmo na vida passional, homens e mulheres sabem se servir, cada um, desse duplo poder. Surge então um novo problema, um difícil problema, o de colocar ou manter em cada um dos parceiros a harmonia de seu duplo gênero.
E é no devaneio, "na inexaurível reserva da vida latente", como diz Henri Bosco, que vamos encontrar o feminino desdobrado em toda a sua amplitude, repousando na sua simples tranquilidade.
Depois, como é necessário renascer para o dia, o relógio do ser íntimo soa no masculino - no masculino para todo mundo, homem e mulher. Vêm então, para todos, as horas da atividade social, atividade essencialmente masculina.
E mesmo na vida passional, homens e mulheres sabem se servir, cada um, desse duplo poder. Surge então um novo problema, um difícil problema, o de colocar ou manter em cada um dos parceiros a harmonia de seu duplo gênero.
Gaston Bachelard "A Poética do Devaneio" - pg. 57
3 de jun. de 2015
Um devaneio não se conta
" Notemos, aliás, que um devaneio, diferentemente do sonho, não se conta. Para comunicá-lo, é preciso escrevê-lo, escrevê-lo com emoção, com gosto, revivendo-o melhor ao transcrevê-lo.
Tocamos aqui no domínio do amor escrito. Essa moeda está acabando. Mas o benefício permanece. Ainda existem almas para as quais o amor é o contato de duas poesias, a fusão de dois devaneios. O romance por cartaz exprime o amor numa bela emulação das imagens e das metáforas. Para dizer um amor, é preciso escrever. Nunca se escreve demais. Quantos amantes não correm para abrir o tinteiro mal chegam de seus encontros amorosos! O amor nunca termina de exprimir-se e se exprime tanto melhor quanto mais poeticamente é sonhado. Os devaneios de duas almas solitárias preparam a doçura de amar. Um realista da paixão verá aí apenas fórmulas evanescentes. Mas não é menos verdade que as grandes paixões se preparam em grandes devaneios. Mutilamos a realidade do amor quando a separamos de toda a sua irrealidade."
Gaston Bachedard - A poética do Devaneio - p. 7)
18 de mai. de 2015
16 de mai. de 2015
linhas de Matarandiba
Por fim a colcha de memórias prontinha, fruto da oficina de bordado,
realizada na ilha de Matarandiba final de 2014
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